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Archive for the ‘Denúncia’ Category

Implantado pela prefeitura de São Paulo no início de 2009, o programa Táxi Acessível, que disponibiliza táxis adaptados para o transporte de cadeirantes na cidade, já virou referência para outras capitais do país. Durante a Reatech – Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, realizada em abril deste ano na capital paulista, visitantes de todo Brasil puderam conhecer de perto os veículos destinados ao projeto, expostos no estande da Cavenaghi, empresa responsável pela adaptação da frota destinada ao Táxi Acessível, e também no estande da SPTrans, empresa responsável pelo gerenciamento técnico e operacional do sistema de transporte urbano de São Paulo.

O mineiro Alessandro Fernandes, de 35 anos, administrador de empresas e morador de Belo Horizonte, foi um dos que conheceu os veículos e ficou muito interessado no serviço. “É um serviço muito importante para uma cidade grande como Belo Horizonte, mas infelizmente por aqui ainda não tiveram essa idéia brilhante”, comenta Alessandro, que necessita de cadeira de rodas para se locomover desde 2006, quando foi vítima de um acidente de moto que o deixou paraplégico. Para ele, trata-se de um serviço útil e inclusivo, que deveria ser apoiado pela prefeitura de Belo Horizonte, pois proporcionaria aos cadeirantes maior liberdade de locomoção. “Principalmente para os que não dirigem, que sempre precisam contar com a boa vontade de parentes e amigos, que ainda têm o trabalho de desmontar e montar a cadeira. Aqui em BH até existem muitos ônibus adaptados, com elevador e tudo, pelo menos nas linhas mais importantes, com maior demanda. Mas ainda assim o táxi seria importante. Imagina em uma emergência ter que esperar o ônibus, ninguém merece”, salienta.

Adaptados pela Cavenaghi conforme as normas do Conselho Nacional de Trânsito – Contran, os veículos que operam no programa Táxi Acessível – modelo Fiat Doblò, denominados Doblò Cavenaghi 100 possuem teto elevado, fixador de cadeira de rodas, cinto de três pontos exclusivo para cadeirante e plataforma elevatória totalmente automatizada, facilitando o acesso do passageiro com cadeira de rodas. No caso de São Paulo, há uma lei (nº 14.401, de 21 de março de 2007) que determina a obrigatoriedade de parte da frota de táxis da cidade ser adaptada para esse tipo de serviço. Para o Táxi Acessível, a prefeitura de São Paulo sorteou 80 alvarás. O custo de cada carro, incluindo a adaptação, foi cerca de R$ 90 mil, bancados pelo próprio taxista, e as tarifas cobradas têm o mesmo valor dos demais táxis – bandeirada R$ 3,50, quilômetro rodado R$ 2,10 e hora parada R$ 28,00, acrescido da taxa de R$ 3,50 por ser rádio-táxi. De acordo com o gerente de vendas da Cavenaghi, Raul Oliveira Neto, já houve um convite para apresentação do Táxi Acessível Cavenaghi ao órgão responsável pelo transporte público de BH, que demonstrou interesse em implantar o serviço na cidade, mas no momento ainda estuda o assunto.

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Os valores cobrados pelos serviços de remoção de veículos apreendidos pelo Detran e pela BHTrans levaram o deputado Vanderlei Miranda (PMDB) a solicitar uma audiência da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte. O encontro será nesta terça-feira (16/06/09), às 10 horas, no Plenarinho I da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Segundo informações do gabinete do parlamentar, o valor cobrado pela BHTrans para o reboque de veículos estacionados irregularmente em qualquer via de Belo Horizonte é de R$ 152. Porém, uma empresa particular leva um carro de passeio de dois pontos extremos da cidade – do Alto Vera Cruz, onde está o depósito da BHTrans, ao Gutierrez, por exemplo -, cobrando R$ 80. Outro questionamento será feito em relação ao alto custo da taxa de depósito, que é de R$ 28 a diária, e à necessidade de se investir mais em educação e fiscalização em detrimento da repressão.

A maior parte dos veículos são rebocados pela BHTrans por estarem em estacionamento proibido. O Detran reboca por outros motivos, entre os quais casos de veículos irregulares, com problemas relativos à documentação ou pagamento de impostos, por exemplo.

A Comissão de Trabalho, da Previdência e da Ação Social já debateu o tema. Na ocasião, o representante da BHTrans afirmou que o pátio de recolhimento de veículos tinha orçamento deficitário e que a instituição prima pela segurança dos veículos removidos e pela agilização na liberação do trânsito.

Foram convidados o procurador-geral de Justiça, Alceu José Torres Marques; o chefe do Detran/MG, Oliveira Santiago Maciel; o diretor da empresa Logiguarda, Domingos Teixeira; o diretor-presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar; o diretor da Locação e Serviços Ltda, Marcelo Nogueira e o jornalista da Rádio Itatiaia, Carlos Viana.

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Em levantamento feito pela Pro Teste, foi visto que é desrespeitada a determinação do Banco Central, em vigor há mais de um ano, de informar uma única taxa que contenha todos os custos envolvidos no financiamento, como juros, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e outras taxas. Foi a segunda pesquisa feita, em duas semanas, sem que o cenário melhorasse.

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Apenas duas montadoras (Ford e Renault) têm um simulador de financiamento para o interessado calcular as condições de pagamento.  E ainda assim, nestas simulações o valor do CET não é apresentado. As empresas informam que a simulação é meramente ilustrativa, não incluindo todos os custos. Orientam o consumidor a visitar uma loja  para  saber o valor correto do financiamento. Ou seja, há um total desrespeito à Resolução 3517/07 do Banco Central (Bacen) e ao próprio Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Foram analisados os sites da Fiat, Ford, Volkswagen, Chevrolet, Toyota, Renault, Citroen, Honda e Peugeot. As análises das condições das ofertas se limitaram a quatro delas, que apresentavam publicidades de financiamento: Ford, Citroen, Renault e Peugeot . Na Citroen e Ford as informações referentes ao financiamento, bem como o CET, apareciam em nota de rodapé, em letras minúsculas e de difícil leitura. Já no site das montadoras Renault e Peugeot para conseguir estas informações era preciso entrar em uma outra página.

Com exceção da Ford, todas as demais empresas anunciavam pelo menos um automóvel com taxa de juros zero. A divulgação da taxa de juros ou do valor da parcela é insuficiente para decidir qual a melhor compra, pois omite outros custos, podendo induzir o consumidor ao erro. Muitas vezes, uma taxa de juros aparentemente mais baixa, se soma a cobranças paralelas, que encarecem o crédito. Deve-se levar em conta o Custo Efetivo Total (CET) e não a taxa de juros, pois com ele o consumidor pode, efetivamente saber o quanto desembolsará na compra parcelada.

Cobrança de TAC

A PRO TESTE entende que a cobrança de Taxa de Abertura de Crédito (TAC) é indevida e ilegal, porém as empresas continuam a cobrança. A PRO TESTE enviou  uma notificação ao Banco Central questionando sobre essa cobrança e denunciando as empresas com tal prática. Até o momento não houve resposta do Banco Central.

O que fazer diante da propaganda enganosa

Não se deixe enganar e faça valer seus direitos, mesmo que precise recorrer ao judiciário. Todo produto que for ofertado com determinado CET, este deve ser este o real custo do financiamento. Para ajudar na disputa com a empresa e impor que a oferta seja cumprida, guarde todas as propagandas que tiver e imprima o que está no site das empresas.

Veja a tabela com o CET dos automóveis

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Em busca sempre de solucionar os problemas dos nossos leitores, nós recebemos uma denúncia pelo Twitter após o post em que concessionárias Fiat estariam vendendo carros avariados pela chuva de granizo em Belo Horizonte.

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A denúncia é de Ricardo Macari, do podcast Codigo Livre, dizendo que uma concessionária Opera Peugeot vendeu-lhe um carro com PT. Procuramos saber mais sobre isso pois se trata de um caso grave, então ele nos encaminhou um e-mail, o mesmo que fez para o Reclame Aqui.

“Compramos no mês passado na Ópera Peugeot de São José dos Pinhais um veículo usado Ford Focus automático 2004 com garantia de ser um veículo revisado e sem sinistros.

Nossa surpresa foi que ao tentar efetuar o seguro do carro, o mesmo foi negado tendo em vista que no cadastro da Porto Seguro consta que o veículo tinha sido sinistrado e teve perda total devido colizão frontal.

Além disso, o veículo nos foi entregue somente parcialmente revisado. Foram feitos alguns reparos e outros simplesmente não foram feitos, como a troca de óleo, que já estava vencida há 10.000 km.

Após muita dor de cabeça, discussão e bateria de testes para veículos batidos, a seguradora concordou em efetuar o seguro desde que houvesse uma redução do valor do bem pela tabela FIPE. Ou seja, em caso de perda total, a indenização seria de 78% da tabela.

Em contato com a Ópera, nos foi garantido um ressarcimento do valor da negociação, até um limite de R$2.000,00, tendo em vista esta informação de que o veículo tinha sido sinistrado, sendo alegado por eles que não haveria registro disso nos documentos.

Nosso corretor intercedeu junto à seguradora e conseguiu melhorar a alíquota da indenização para 88% da tabela, não sem a devida contraprestação monetária.

Agora a Ópera que no início tinha sido super solícita para nos atender continua nos enrolando, dizendo que não vão mais nos indenizar tendo em vista que o valor negociado já era menor do que 88% do valor do veículo na tabela FIPE.

É de conhecimento geral que o valor de venda dos veículos usados hoje em dia está abaixo do valor da Tabela FIPE, tendo em vista a redução do imposto dos carros novos.

O fato de termos conseguido uma boa negociação no valor do bem não muda o fato de que essa negociação foi feita com base em um veículo não sinistrado, ou seja, não corresponde a realidade.

Um carro batido vale pelo menos 30% menos que um carro não batido. Essa alegação da Ópera de que o valor pago pelo bem já era inferior ao preço da tabela não muda este fato.

A negociação foi feita com base num veículo não sinistrado, tendo em vista que isso não corresponde à realidade, o valor da negociação deve ser reduzido.

Confiamos na empresa que nos garantiu que o carro tinha procedência e não havia registros de sinistros e nos sentimos enganados. Meu marido mesmo já se sentiu ultrajado pelo tratamento dado pelo gerente do setor de usados da Ópera que insinuou que ele estava mentindo e mesmo querendo tirar proveito da situação.

Já nos desgastamos e estamos aguardando solução para esse impasse há quase um mês e nada.

Como update, estamos tentando desde então a devolução do carro, opção dada por eles como a preferencial, mas agora estão se negando a aceitar o carro de volta, devido a existir uma taxa de mais mil reais que devemos pagar, outro absurdo.”

Como foi mesmo descrito, é um absurdo o que as concessionárias fazem com os consumidores, principalmente essa, que arrisca manchar seu nome vendendo carro com PT. 

Nós enviamos um e-mail pedindo explicações e soluções para a Peugeot e pra própria concessionária.

Estamos aguardando respostas….

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