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Archive for the ‘Tecnologias’ Category

O consórcio israelense Better Place vai investir nos próximos seis anos US$ 1,1 bilhão para viabilizar seu modelo de carro elétrico. Esse montante irá basicamente para a compra de baterias e montagem de pontos de troca e recarga em Israel.

Uma análise do Deutsche Bank sobre carros elétricos concluiu que o modelo israelense é econômico pela diferença entre o preço da eletricidade e o da gasolina. O banco estima que, à medida que os preços globais do petróleo estão subindo e os governos incentivam a fabricação de carros livres de emissões de dióxido de carbono, a diferença em favor do carro elétrico se ampliará ainda mais, tornando o modelo do Better Place mais atrativo.

O Deutsche Bank estima que, por volta de 2016, com 110 mil veículos elétricos, a empresa dominará 5% do mercado de carros de Israel.

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A TomTom anuncia a disponibilidade imediata do aplicativo de navegação para o iPhone, já pode ser adquirida na Apple iTunes Store a partir de hoje.  

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“Com esse aplicativo da TomTom para o iPhone, milhões de usuários do iPhone poderão se beneficiar da interface intuitiva e fácil de utilizar, indicações de voz passo-a-passo e uma tecnologia de rotas única na qual os nossos consumidores confiam diariamente,” declarou Elias Kabeche, diretor da TomTom para a América Latina. “Como fornecedor líder mundial em soluções de navegação e mapas digitais, a TomTom é o parceiro natural para o desenvolvimento de uma aplicação de navegação avançada para o iPhone.”
 
O aplicativo TomTom para os usuários de iPhone 3G e 3GS inclui o mapa do Brasil, desenvolvido pela Tele Atlas, e está disponível para download pela URL
http://www.tomtom.com/tomtom-app a partir de $USD 79.99.

Características adicionais do aplicativo TomTom para o iPhone incluem:
 
Melhor planejamento de rotas e mapas
·         Software de navegação que inclui planeamento rápido de rotas e instruções de voz
·         Recalculo automático de rotas
·         Simulação da rota no planejamento do percurso 
·         A última versão do mapa do Brasil, desenvolvido pela Tele Atlas
 
Facilidade de utilização e personalização
·         Interface totalmente otimizada para o iPhone
·         Múltiplas opções de visualização incluindo modo landscape e portrait
·         Modo noturno e diurno para visualização otimizada de acordo com as várias condições de luminosidade.
·         Interface de utilização disponível em 18 línguas
·         Definições de visualização diferentes (exibição de mapas em 2D ou 3D)
·         Facilidade de download da iTunes App Store
 
Integração de telefone e mapas completa
·         Opções multi-toque para navegar na aplicação e fazer zoom in e out no mapa
·         Navegação para contactos e lista de endereços
·         Funcionalidade de pesquisa de Pontos de Interesse e funcionalidades de chamada a partir do iPhone

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A Sada Transportes e Armazenagens S.A., empresa brasileira e líder na América Latina no setor de logística veicular, deparou-se com a necessidade de impulsionar o acesso à Internet da empresa, mas sem perder a confiabilidade dos dados. Desta forma, a companhia foi ao mercado em busca de um fornecedor que atendesse essa demanda e que, principalmente, estivesse alinhado aos processos que o grupo exigia.

Após a análise dos fornecedores o grupo contratou a Diveo para fornecimento de uma rede privada de telecomunicações. Atualmente são 25 pontas interligadas por meio de uma VPN Diveo, além do acesso à internet, para atendimento dos escritórios do Grupo Sada em todo Brasil. “O principal benefício dos serviços prestados pela Diveo é a confiabilidade dos links. Com eles estamos totalmente seguros e sem interrupção na comunicação”, explica João Batista Pereira, gerente de Tecnologia da Informação do Grupo SADA.

Outro destaque do projeto está na melhoria nos processos operacionais. Com a comunicação ágil, os funcionários do grupo contam com mais eficiência e qualidade em todos os serviços que dependem da Internet. “Como temos acesso em tempo real, em ótima velocidade e sem falhas, notamos que todo o fluxo de informação que trocamos internamente e externamente ficou muito mais ágil – o que sem dúvida reflete em redução de custos”, acrescenta Batista.

O grupo tem ainda planos de ampliar o projeto com a Diveo. “Estamos em contato para outras propostas que envolvem serviços de data center para NF-e e CTRC-e, ainda sem previsão”, finaliza.

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Abaixar o vidro para respirar um ar fresco enquanto dirige não será mais necessário se você tiver um dos próximos modelos da Nissan.

A fabricante de automóveis japonesa anunciou que está desenvolvendo um sistema chamado “Forest AC”. Um tipo de ar-condicionado que pode ser controlado, alterando condições favoráveis de clima, aroma, temperatura, umidade e limpeza do ar. De acordo cm a Nissan, o Forest AC é o primeiro sistema automotivo no mundo, criado para dar maior conforto ao motorista de acordo com sua atividade mental.

Isso leva em consideração baseada nos estudos da Nissan sobre como a atmosfera pode contribuir para o sistema psicológico do ser humano. Como exemplo, levantaram a tese de que quando respiramos um aroma de folhas e galhos junto com uma ventilação bem feita, há uma maior concentração ao volante contra tensões desnecessárias.

Agora resta saber se essa moda irá pra frente a ponto de chegar aqui.

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Se observarmos o crescimento de recalls nos últimos anos, a resposta é que os fabricantes brasileiros pouco têm investido em tecnologias de confiabilidade, que calculam a performance da qualidade do produto ao longo de seu tempo de vida. Todos produtos estão sujeitos à falhas, de geladeiras à computadores, eletroeletrônicos entre outros, mas o automóvel vem liderando o topo da lista.

Na maioria dos casos, as montadoras convocam os recalls para evitar algum tipo de risco à saúde ou à segurança do consumidor. Todavia, estas empresas colecionam diversos outros problemas que não são transformados em recalls, mas impactam diretamente nos resultados financeiros das mesmas. A falta de uma metodologia somada a ferramentas de análise pouco eficazes têm contribuído para aumentar os custos relacionados a falhas no veículo, ainda no período da garantia.

O curioso é que muitas empresas têm se apropriado do marketing da confiabilidade para promover a qualidade dos produtos, só que de maneira subjetiva e não quantitativa. Com o advento da Engenharia da Confiabilidade, que envolve a utilização de cálculos matemáticos, é possível medir com exatidão a probabilidade de uma peça desempenhar sua função por um determinado tempo sem falhar. O consumidor está atento a tudo isto. Na verdade, o cliente não se preocupa com a confiabilidade e sim com a falta dela.

A Confiabilidade é bastante flexível e pode ser aplicada em diversas áreas como engenharia e desenvolvimento de produtos, qualidade, pós-vendas, manutenção e linhas de produção. Na América do Norte e Europa mais de 90% da aplicação é voltada para a área de produto, já na América do Sul, Ásia e Oceania, a confiabilidade é mais absorvida pela área de manutenção, sendo que, no Brasil, representa 75% das aplicações.

No passado, a aplicação da Engenharia da Confiabilidade era restrita ao setores militar e aeroespacial, que possuíam acesso aos grandes computadores. Atualmente, não se pode utilizar este argumento como desculpa, já que todas empresas têm acesso fácil e barato a computadores com alta capacidade de processamento. Para se ter uma ideia de comparação, o Cray 2, primeiro supercomputador construído em 1985, executava aproximadamente 80 milhões de operações, ou 80Mhz, por segundo. O processador do tocador de música Ipod da Apple, por exemplo, opera com velocidade de 90Mhz.

Posso afirmar que o único impedimento para utilização das metodologias quantitativas é o fator cultural, tal qual encontramos em qualquer processo de mudança. Isto é fácil de se comprovar na indústria brasileira. Basta indagar a um fabricante de qualquer produto: Qual a probabilidade (em porcentagem) do produto falhar, após utilizá-lo por uma semana, um mês, um ano ou até cinco anos? Se ele responder a todas as perguntas, incluindo os limites de confiança (a variação estatística) nas respostas, esta empresa possui um processo de confiabilidade implementado. O fato é que a maioria dos fabricantes não irá responder ou tentará escapar das questões dizendo que esta informação é confidencial.

A boa notícia é que o serviço de manutenção das empresas brasileiras tem evoluído bastante em setores como petroquímico, mineração, geração e transmissão de energia e papel e celulose, que conhecem mais da confiabilidade dos produtos que utilizam, do que os próprios fabricantes que as desenvolveram.

Com a aplicação da Engenharia da Confiabilidade nas áreas de manutenção e processos é possível analisar e monitorar a confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade de sistemas para otimizar as manutenções preventivas, preditivas, intervalos de inspeções e estoques de reposição, alinhando esses resultados a uma análise de custos (Lyfe Cycle Cost – LCC). Além da aplicação na manutenção e em linhas de processo já existentes, as ferramentas da confiabilidade têm uma grande importância no estudo e planejamento em projetos de novas plantas.

Então, é possível afirmar que o produto brasileiro pode ser mais confiável, desde que os fabricantes estejam dispostos a investir na capacitação profissional e nas soluções em sistemas, manutenção e processos, para melhorar sua imagem junto ao cliente, participação de mercado e a performance financeira de seu negócio.

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Desde o início da temporada 2009, os carros da categoria principal já contam com tecnologia inédita da espuma estrutural no Brasil

Garantir a segurança dos pilotos é uma preocupação constante em todas as competições automotivas. Na Stock Car não é diferente e uma nova discussão surgiu após a morte do piloto Rafael Sperafico, em 2007, devido a um acidente durante a corrida de Interlagos, quando o carro que pilotava sofreu uma forte pancada lateral. A tragédia serviu de motivação para que organização, equipes e pilotos se empenhassem na busca de novos sistemas de segurança.

No mesmo ano, a Dow propôs uma parceria à Confederação Brasileira de Automobilismo, a fim de que os carros da Stock Car recebessem em ambas as portas o preenchimento com a espuma de absorção de energia IMPAXX®. Feita em espuma extrudada de poliestireno (XPS) de alta tecnologia, ela permite a absorção de mais impacto ocupando menos espaço na carroceria. Sua deformação é linear e previsível, o que se traduz em mais eficiência e, principalmente, maior segurança.

Foram 18 meses de desenvolvimento, em que a Dow trabalhou em conjunto com técnicos das equipes até chegar ao design ideal para atender aos novos critérios de segurança. Atualmente, toda a frota da categoria principal da Stock Car já recebeu a espuma IMPAXX® para o preenchimento das portas, totalizando 32 veículos. “A parceria com a Stock Car nos permite colocar em uso novas opções em segurança automotiva que podem ser trazidas para o mercado brasileiro”, afirma Pablo Pacca, Gerente de Desenvolvimento da Dow Automotive para América do Sul.

A espuma IMPAXX® apresenta características de desempenho que permitem a redução de peso do carro, além de proporcionar maior segurança e conforto. Também tem função de reforço estrutural, sendo aplicado principalmente no teto e nas portas do automóvel e na região próxima aos pedais, para proteção dos tornozelos do motorista. O material já é utilizado desde 2007 na frota da NASCAR (National Association for Stock Car Auto Racing), associação norte-americana automobilística que organiza campeonatos populares no mundo. A espuma IMPAXX® também está presente nos automóveis produzidos na Europa e nos Estados Unidos.

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O recorde no licenciamento de veículos flex novos no Brasil, estabelecido no primeiro semestre deste ano, consolida em definitivo a preferência do consumidor pelo etanol, avalia a União da Indústria de Cana de Açúcar (UNICA).
Segundo os dados divulgados na segunda-feira (06/07/2009) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram emplacados mais de 1,2 milhão de veículos flex, o que representa 92% do todos os automóveis e veículos comerciais leves (ciclo Otto, que exclui motores a diesel) emplacados no período.
Os números mostram um crescimento de 5% nos licenciamentos de modelos bicombustível de janeiro a junho de 2009, em comparação ao mesmo período do ano passado.

“Vivemos uma situação de preferência irreversível dos consumidores pelo carro flex, uma opção sustentável, econômica, que gera empregos e desenvolve a indústria nacional”, avaliou Marcos Jank, presidente da UNICA.

Segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da UNICA, é importante notar que, enquanto a demanda por gasolina no semestre manteve-se estável, a de etanol hidratado subiu fortemente, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Isto ratifica o aumento da frota dos carros flex neste semestre”, avaliou Padua.


Histórico

O carro flex foi lançado no mercado brasileiro em março de 2003. De lá para cá, a participação de mercado destes veículos só tem aumentado. A aceitação foi tamanha que, hoje, algumas montadoras sequer produzem automóveis exclusivamente a gasolina, mas somente flex. São 11 montadoras instaladas no Brasil, que oferecem quase 70 modelos deste modelo.

A mais nova fabricante a lançar um carro flex foi a Nissan, com a minivan Livina introduzida este ano. Mais recentemente, a Mitsubishi, que já produz o TR4 bicombustível, anunciou o lançamento em agosto do Pajero Sport Flex, único utilitário (SUV) flex com motor de seis cilindros, o mais pontente já produzido nesta categoria no Brasil.

Em termos de tecnologia, a última novidade foi o novo Polo, da Volkswagen, sem o tradicional tanque de injeção a gasolina, funcionando exclusivamente com etanol. A montadora pretende adotar a mesma tecnologia em outros modelos nos próximos meses.

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