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Archive for the ‘Trânsito’ Category

Neste final de semana, mais especificamente quinta-feira (9/07) e sexta-feira (10/07) a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo informa que o rodízio será suspenso para os veículos com placa de final 7,8,9 ou 0.

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A alegria durará pouco, tendo volta a partir das 7h na segunda feira (13/07) na capital paulista.

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Será que o trânsito vai ficar ruim nesses dias? Bobagem!

Fonte: Folha de São Paulo

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No Brasil, 35 mil pessoas morrem por ano vítimas do trânsito, e às vezes esquecemos que podemos fazer algo simples pra evitar, e que essa ação vem de dentro do seu carro.


O quadro poderia mudar se o motorista adotasse medidas simples. Uma delas é reconhecer as situações de perigo e manter distância do veículo à frente, porque possibilita ao motorista ter tempo para responder a ações bruscas, como frear ou desviar do obstáculo. O comentário é de Sérgio Kina, gerente técnico do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), organismo de certificação acreditado pelo Inmetro e criado pela Anfavea, Sindipeças, Sindirepa e outras entidades do setor.

Outra medida é manter os retrovisores regulados. “O interno deve estar ajustado para permitir ampla visão do vidro traseiro, enquanto os externos devem permitir que o motorista sentado veja o limite traseiro do veículo e, com isso, reduza a possibilidade de ‘pontos cegos’”, ensina. O uso do cinto de segurança por todos que estão no veículo e a manutenção preventiva do carro são outras dicas, segundo o especialista.

“É vital manter o veículo em bom estado de conservação, o que inclui checagem periódica dos sistemas de freios, direção, suspensão, pneus e outros itens”, diz. Os pneus devem estar calibrados conforme pressão especificada no manual do veículo e ser observado o estado de conservação. “Pneu muito cheio desgasta no centro, enquanto que o murcho tem um desgaste maior nas laterais”, afirma.

Outro item são os faróis, que devem estar sempre alinhados e regulados para não ofuscar o motorista que trafega na direção contrária. “A regulagem deve ser feita numa oficina especializada, porque ela segue um padrão de segurança”, recomenda. Segundo Kina, um teste se o farol está regulado é observar se do lado direito, o farol ilumina a rua e a calçada e do lado esquerdo, a rua. “Se iluminar diretamente o motorista que vem na direção oposta é sinal de que precisa de regulagem”, afirma.

Sérgio Kina chama a atenção para o atendimento às recomendações de manutenção do fabricante, contidas no manual do veículo. “Para obedecê-las, é importante dar preferência à manutenção em redes certificadas.

Foto: Bestcars

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Nas grandes cidades brasileiras há baixa densidade de vias expressas, um contraste a várias metrópoles mundiais, onde as alternativas estão próximas ou até paralelas. A carência de planejamento para o estabelecimento de áreas para futuras ampliações dos sistemas viários, bem como de recursos para a melhoria dos transportes públicos, gerou um quadro de pré-caos urbano. Não há solução eficaz enquanto as políticas não atuarem nos verdadeiros problemas do trânsito urbano: a insuficiência do transporte público, a excessiva massa veicular, a falta de cobrança de pedágio urbano justificado pela escassez de velocidade e, o mais importante, as lacunas educacionais.

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As vias expressas brasileiras, que por definição deveriam ser rápidas, apresentam-se como verdadeiros estacionamentos lineares nos momentos de pico. Motoristas aflitos, infindáveis litros de combustível perdidos. Perde-se mais energia aquecendo o planeta do que no transporte em si. Contudo, à medida que a densidade veicular diminui, a velocidade aumenta. A imediata conseqüência é o elevado risco quanto aos graves acidentes, cada vez mais comuns em função da imprudência e das deficiências do sistema viário. Há ainda de se considerar, na busca dos fatores geradores: a frota veicular excessivamente heterogênea, veículos sem manutenção e caminhões pesados e lentos que concorrem o mesmo espaço com automóveis.

Em uma via expressa circulam caminhões cujos motoristas apenas querem cruzar a cidade para atingir outra região do País, têm interesse em viajar com velocidade alta e constante. Em seu caminho, motociclistas estão preocupados apenas em fazer suas entregas. A viagem destes caminhões se classifica como de mobilidade, que exigiria via segregada da viagem destas motocicletas, que se classifica como de acessibilidade. Quando a motocicleta corta a frente do caminhão, marca-se, não raro, a data anual da tristeza daqueles que eram os pais daquele garoto, que mal acabara de ganhar uma moto e um trabalho.

Deve-se, portanto, reduzir a largura das faixas de tráfego para uma motovia? Não! Esta solução pode reduzir consideravelmente a capacidade da via. Basta citar que redução de 30 cm na largura de uma faixa de tráfego tende a reduzir aproximadamente 15% sua capacidade. Há ainda o erro do veto ao artigo 56 do Código de Trânsito Brasileiro, que ordenaria o tráfego de motocicletas, proibindo o uso dos corredores entre veículos.

A via marginal do rio Tietê, importante artéria da cidade de São Paulo, onde o tráfego diário se aproxima de 1 milhão de veículos por dia, praticamente não tem alternativas. O Rodoanel, ao ser concluído, será sua via segregada, a minimizar acidentes e melhorar a fluidez urbana.

Outro fator que colabora com acidentes nas vias expressas urbanas é a falta ou reduzida fiscalização ostensiva. Para controlar a velocidade, agentes de trânsito e radares fixos são preferíveis. Os radares escondidos ou móveis, sob o ponto de vista da aceitabilidade do usuário, têm reforçado a opinião que servem apenas para multar.

Para controlar a qualidade da direção, indicam-se estratégias que visem avaliar se o motorista responde bem a estímulos previamente estudados, antes do que simplesmente verificar se o motorista ingeriu apenas um copo de cerveja. A informática auxilia no apoio à efetivação de ótimos recursos e geraria maior nível de aceitação dos usuários, do que a atual lei que versa sobre o tema beber e dirigir, que é dura e tem se caracterizado por aplicação ínfima.

Creso de Franco Peixoto

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