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A PSA Peugeot Citroën registrou em setembro o seu recorde histórico de vendas mensais de veículos no Brasil, desde sua instalação no país em 2001. No total, no mês passado, foram comercializados no mercado nacional 15.876 carros de passeios e veículos comerciais leves de suas duas marcas, Peugeot e Citroën.

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O resultado de setembro representa um crescimento de 45,4% em relação ao mês de agosto deste ano e de 16,6% se comparado a setembro do ano passado. O antigo recorde mensal de vendas do Grupo PSA no país tinha sido registrado em julho de 2008, quando foram comercializados 15.861 veículos das marcas Peugeot e Citroën.

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O desempenho recorde no mês de setembro reforça a PSA Peugeot Citroën como a quinta maior montadora do país e a primeira entre as « newcomers » (como são chamadas as fabricantes de veículos instaladas no Brasil a partir dos anos 90). Posição que é resultado da forte demanda de modelos como o Peugeot 207 e o Citroën C3, que são produzidos no Brasil.

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A Multi Solution é a agência responsável pela criação da campanha de divulgação do acordo de patrocínio entre a cerveja Itaipava e a equipe Brawn GP para a 38ª edição do Grande Prêmio do Brasil. A prova está marcada para o dia 18 de outubro, no Autódromo de Interlagos – José Carlos Pace, em São Paulo (SP).
Os anúncios destacam que “lugar de piloto é na pista, se beber não dirija”, slogan que faz parte da campanha de responsabilidade ao volante promovida pela Cervejaria Petrópolis. Outra estratégia adotada pela agência foi a criação de uma exposição itinerante, na qual um carro da Brawn GP percorrerá durante sete dias (de 11 a 17 de outubro) os principais pontos-de-venda da cerveja, em São Paulo. Também foram criadas peças para complementar a campanha, como selo conceito, hotsite e kit trade (adesivo, banner, card com autógrafo dos pilotos).
A programação de mídia, que começa esta semana e vai até outubro, inclui a veiculação nas Revistas Caras, IstoÉ Gente, Quem, Época, UM, Sexy, Joyce Pascowitch, Rolling Stone, Play Boy, Vip, Época S. Paulo, Lounge, Vogue RG e IstoÉ.
O acordo também prevê que os dois carros do time e os capacetes dos pilotos – o inglês Jenson Button e o brasileiro Rubens Barrichello – levem a marca Itaipava, além de várias ações de ativação do patrocínio.
A marca Itaipava sempre marcou presença nos principais campeonatos de automobilismo do País e usa o esporte como a plataforma para levar ao público sua mensagem. Com esta parceria, a Cervejaria Petrópolis pretende potencializar a estratégia da marca, que tem como alvo principal a questão do consumo responsável.

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A Nissan do Brasil, em parceria com as agências Lew´Lara TBWA e TSO e a companhia aérea TAM, realiza uma ação de marketing envolvendo o Grand Livina, um dos mais recentes lançamentos da montadora japonesa. Os passageiros dos voos pré-selecionados pela Nissan que desembarcarem no aeroporto de Congonhas participam do sorteio de um test drive no Grand Livina. Ao chegar a São Paulo, o ganhador será levado no monovolume produzido pela Nissan no Paraná ao seu destino. O passageiro ou passageiros serão acompanhados por um instrutor habilitado e com conhecimento do veículo que valorizará os diferenciais do produto durante o trajeto. A ação vai até 30/09 (quarta-feira) e espera-se que 126 pessoas sejam sorteadas.

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O Fiat 500, um dos carros mais esperados do ano acaba de confirmar sua chegada ao Brasil.

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Com o inicio de vendas previsto para o começo de outubro, o Fiat Cinquecento que na Europa tem várias versões e é muito bem aceito pelo público de lá, terá como concorrentes o Smart, o New Beetle e o MINI, preços partem de R$ 61.900 e o motor previsto é um 1.4 16V de 100 cavalos.

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O Chevrolet Agile, com lançamento previsto para o último trimestre de 2009, foi desde o início criado para atender às várias demandas de um carro compacto, no qual a versatilidade e design sempre falam alto.

“O Agile vai além de um hatchback tradicional. Nossa tarefa foi de fazer um carro para o brasileiro que é um cliente bem exigente. Design arrojado é fundamental, assim como espaço interno e um aspecto de crossover, ou seja, um carro que ‘transpire’ versatilidade e que consiga atrair vários perfis, desde o urbano até o surfista ou aquele cliente que adora o campo”, afirma o diretor geral de Design GM do Brasil, Carlos Barba.

Agile conta com a nova identidade visual da Chevrolet, com duas entradas de ar bem marcadas na frente, convergindo para o logo dourado da marca.

O Chevrolet Agile foi projetado tendo como ponto de partida um ponto H elevado (H de hip point, que em inglês significa quadril). Quanto mais elevado for esse ponto, mais alta será a posição de dirigir. Um superesportivo, por exemplo, tem um ponto H bastante baixo, já uma van utiliza um ponto H alto para o motorista, sempre tendo como base a posição do quadril em relação ao solo.

Agile chega para complementar a linha Chevrolet, atualmente formada pelos modelos Celta, Classic, Prisma, Corsa Hatchback, Corsa Sedã, Astra Hatchback, Astra Sedã, Vectra GT, Vectra Sedã, o sedã Omega, as picapes Montana, S10 Cabine Simples, S10 Cabine Dupla, os monovolumes Meriva e Zafira, e os utilitários-esportivos Blazer e Captiva.

“A confiança do consumidor brasileiro na marca Chevrolet é forte. Maior comprovação deste ponto é que no mês de Junho comercializamos 58.647 unidades no Brasil e com isso batemos o recorde histórico de vendas da Chevrolet, em seus 84 anos de história no País”, afirma Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul.

A partir de uma arquitetura, destinada, inicialmente, a mercados emergentes, como Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, o Agile, primeiro produto da família Viva, foi 100% desenvolvido pela Engenharia, Design e Powertrain brasileiros em seu Centro de Desenvolvimento de Veículos no Brasil, em São Caetano do Sul, e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, ambos no Estado de São Paulo.

O Projeto Viva é fruto de um investimento de US$ 400 milhões, que compreendem as fases de desenvolvimento e produção dos modelos em fábricas da GM na Argentina e no Brasil.

“A pronúncia correta de Agile é como se o nome tivesse um acento agudo na letra A. Com tonalidade muito próxima a ágil, palavra que remete também à versatilidade, proposta do novo automóvel da Chevrolet”, explica o diretor de Vendas e Marketing da Chevrolet, Marcos Munhoz.

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Se observarmos o crescimento de recalls nos últimos anos, a resposta é que os fabricantes brasileiros pouco têm investido em tecnologias de confiabilidade, que calculam a performance da qualidade do produto ao longo de seu tempo de vida. Todos produtos estão sujeitos à falhas, de geladeiras à computadores, eletroeletrônicos entre outros, mas o automóvel vem liderando o topo da lista.

Na maioria dos casos, as montadoras convocam os recalls para evitar algum tipo de risco à saúde ou à segurança do consumidor. Todavia, estas empresas colecionam diversos outros problemas que não são transformados em recalls, mas impactam diretamente nos resultados financeiros das mesmas. A falta de uma metodologia somada a ferramentas de análise pouco eficazes têm contribuído para aumentar os custos relacionados a falhas no veículo, ainda no período da garantia.

O curioso é que muitas empresas têm se apropriado do marketing da confiabilidade para promover a qualidade dos produtos, só que de maneira subjetiva e não quantitativa. Com o advento da Engenharia da Confiabilidade, que envolve a utilização de cálculos matemáticos, é possível medir com exatidão a probabilidade de uma peça desempenhar sua função por um determinado tempo sem falhar. O consumidor está atento a tudo isto. Na verdade, o cliente não se preocupa com a confiabilidade e sim com a falta dela.

A Confiabilidade é bastante flexível e pode ser aplicada em diversas áreas como engenharia e desenvolvimento de produtos, qualidade, pós-vendas, manutenção e linhas de produção. Na América do Norte e Europa mais de 90% da aplicação é voltada para a área de produto, já na América do Sul, Ásia e Oceania, a confiabilidade é mais absorvida pela área de manutenção, sendo que, no Brasil, representa 75% das aplicações.

No passado, a aplicação da Engenharia da Confiabilidade era restrita ao setores militar e aeroespacial, que possuíam acesso aos grandes computadores. Atualmente, não se pode utilizar este argumento como desculpa, já que todas empresas têm acesso fácil e barato a computadores com alta capacidade de processamento. Para se ter uma ideia de comparação, o Cray 2, primeiro supercomputador construído em 1985, executava aproximadamente 80 milhões de operações, ou 80Mhz, por segundo. O processador do tocador de música Ipod da Apple, por exemplo, opera com velocidade de 90Mhz.

Posso afirmar que o único impedimento para utilização das metodologias quantitativas é o fator cultural, tal qual encontramos em qualquer processo de mudança. Isto é fácil de se comprovar na indústria brasileira. Basta indagar a um fabricante de qualquer produto: Qual a probabilidade (em porcentagem) do produto falhar, após utilizá-lo por uma semana, um mês, um ano ou até cinco anos? Se ele responder a todas as perguntas, incluindo os limites de confiança (a variação estatística) nas respostas, esta empresa possui um processo de confiabilidade implementado. O fato é que a maioria dos fabricantes não irá responder ou tentará escapar das questões dizendo que esta informação é confidencial.

A boa notícia é que o serviço de manutenção das empresas brasileiras tem evoluído bastante em setores como petroquímico, mineração, geração e transmissão de energia e papel e celulose, que conhecem mais da confiabilidade dos produtos que utilizam, do que os próprios fabricantes que as desenvolveram.

Com a aplicação da Engenharia da Confiabilidade nas áreas de manutenção e processos é possível analisar e monitorar a confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade de sistemas para otimizar as manutenções preventivas, preditivas, intervalos de inspeções e estoques de reposição, alinhando esses resultados a uma análise de custos (Lyfe Cycle Cost – LCC). Além da aplicação na manutenção e em linhas de processo já existentes, as ferramentas da confiabilidade têm uma grande importância no estudo e planejamento em projetos de novas plantas.

Então, é possível afirmar que o produto brasileiro pode ser mais confiável, desde que os fabricantes estejam dispostos a investir na capacitação profissional e nas soluções em sistemas, manutenção e processos, para melhorar sua imagem junto ao cliente, participação de mercado e a performance financeira de seu negócio.

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A Nissan irá produzir o Livina X-Gear flex fuel na fábrica de São José dos Pinhais (PR). A versão, que tem como diferencial o visual esportivo, vai ser lançada em agosto. O Livina X-Gear vem complementar a gama da família de veículos globais da Nissan. Fazem parte desta gama o monovolume compacto Livina, lançado em março, e o monovolume Grand Livina, que tem sete lugares. A família Livina é comercializada mercados como China, África do Sul, Indonésia, Egito, entre outros, e já teve mais de 250 mil unidades vendidas em todo o mundo.

O lançamento do Livina X-Gear ajudará a Nissan do Brasil a aumentar sua participação no mercado interno. Com a introdução do Livina, em março, a Nissan passou a concorrer em segmentos que respondem por 30% do mercado brasileiro – antes estava em 19%. O X-Gear virá para atender aos consumidores que buscam um carro espaçoso, confortável, mas que têm um visual forte e marcante. O X-Gear deverá agradar famílias com lifestyle esportivo, principalmente por seu estilo e pela utilização da caixa de transmissão de cinco velocidades, que oferece agilidade e performance – haverá também a opção automática, de quatro velocidades.

A linha do monovolume é produzida no Complexo Industrial Ayrton Senna, que a Nissan compartilha com a Renault em São José dos Pinhais, Paraná. A capacidade atual da unidade produtiva CVU (Curitiba Veículos Utilitários) é de 50.000 carros ao ano.

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