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Posts Tagged ‘ecologia’

Todo o mês a Autoglass, empresa especializada em vidros e acessórios automotivos com forte atuação no mercado segurador, encaminha para a reciclagem mais de 140 toneladas de resíduos de vidros. A iniciativa, pioneira no Brasil, teve início em 2008, por meio do Projeto Reciglass (www.reciglass.org.br), do Instituto Autoglass Socioambiental de Educação – IASE.

A preocupação com o destino final do material fez com que a empresa implantasse a logística reversa, envolvendo todas as 25 unidades do país, garantindo a destinação correta dos vidros descartados. Por meio de caminhões próprios da rede é feita a logística de transporte da sucata de vidro para o estado de São Paulo, onde acontece o pré-tratamento de separação do vidro e do plástico, que são formados os para-brisas, e que permitirá a reciclagem do produto para transformá-lo em garrafas e outras aplicações.

Segundo Fernando Carreira, presidente do Instituto Autoglass, a responsabilidade socioambiental, além de ser um dever de toda a empresa, deve se tornar parte da cultura corporativa, para que seja possível contribuir efetivamente com o progresso e com a sustentabilidade social. “Hoje a sociedade tem o entendimento generalizado que o impacto ambiental do veiculo é gerado apenas pelo CO2 emitido, entretanto, na vida útil do veículo muitas peças são substituídas sem uma destinação adequada como filtros, pastilhas e outros”, alerta Carreira. “O para-brisa, se descartado na natureza, não tem prazo de decomposição e para ser reciclado necessita de um pré-tratamento, ao contrário dos vidros comuns”, acrescenta Carreira

Lei

Motivado pelo pioneirismo da Autoglass, o deputado estadual pelo Espírito Santo, Luciano Pereira (PSB), conseguiu, em 2008, que o governador do Estado, Paulo Hartung, sancionasse a lei nº 9.013/08, obrigando as empresas que trabalham com a venda e instalação de vidros automotivos a destinarem seus produtos à reciclagem, tornando-se o primeiro Estado a criar uma lei específica de reciclagem de vidros.

A iniciativa começa a se propagar em outras regiões, como é o caso do Mato Grosso, com proposta do deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), que já encaminhou proposta para a Assembléia Legislativa e na Bahia, por meio do deputado Capitão Tadeu (PSB), que prepara um projeto de lei que será apresentado nos próximos meses, ambos com o intuito que seja obrigatória a reciclagem de vidros automotivos.

De acordo com o deputado Guilherme Maluf, o projeto se constituirá em uma nova atividade econômica, proporcionando a abertura de novos postos de trabalho, pelo fato específico de um material, que antes era poluidor e sem possibilidade de nova utilização, ser transformado em matéria-prima, novamente destinada aos fabricantes de vidro.

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Premiação promovida pela Editora AutoData reconhece o empenho da empresa em ações voltadas à preservação do meio ambiente.

O comprometimento da Moto Honda com a questão ambiental lhe rendeu mais um prêmio: o título de “Melhores do Setor Automotivo 2009 – Categoria Sustentabilidade”, concedido pela Editora AutoData.

A escolha da Moto Honda, realizada por meio da votação dos jornalistas da editora, é resultado do programa Green Dealer, que incentiva a destinação correta de 100% dos resíduos gerados na prestação de serviços pós-vendas nas concessionárias de motocicletas. Até o momento, 120 concessionárias já receberam o certificado Concessionária Ecológica.

Com essa premiação, a Moto Honda agora concorre ao Prêmio AutoData 2009, o mais importante reconhecimento aos fabricantes de veículos e seus fornecedores, concedido anualmente pela editora desde 2000. A cerimônia de entrega do Prêmio AutoData 2009 ocorrerá em novembro, com base nos votos dos leitores da Revista AutoData, dos assinantes da Agência AutoData de Notícias e dos participantes do Seminário Perspectivas 2010.

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A partir de agora, todos os Manuais do Proprietário das motocicletas Honda serão fabricados em papel de reflorestamento. O primeiro modelo que virá acompanhado pelo material é o recém-lançado scooter Lead 110 e, gradativamente, os manuais de todo o line up de motocicletas da empresa passarão a ser produzidos em papel de reflorestamento.

Desde o início dos anos 90, a Honda utiliza papel reciclado na fabricação dos Manuais do Proprietário. Embora ecologicamente correto, ele ainda necessita de cerca de 40% de papel virgem para sua produção e seu reaproveitamento é possível apenas seis vezes. Além disso, a tinta utilizada para impressão gera resíduos não aproveitáveis e, quando comparado ao papel de reflorestamento, há perdas na qualidade.

O papel de reflorestamento que será utilizado pela Honda possui a certificação FSC (Forest Stewardship Council). Isso significa que um conselho de manejo florestal verifica o cumprimento de questões ambientais, econômicas e sociais dos fornecedores. Dessa forma, contribui-se para a manutenção e conservação das florestas nativas existentes no planeta.

A idéia de optar por um material ainda mais ecologicamente correto na produção dos manuais partiu de um colaborador da Honda, que sugeriu a mudança em um programa interno da empresa que estimula a criatividade de seus funcionários para o desenvolvimento de projetos de melhoria.

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BMW lançou a pouco sua nova linha de bicicletas, dando uma resposta a Mercedez, que também lançou novos modelos de bicicletas.

Com aros de alumínio, a bicicleta foi feita sob uma técnica onde um tubo de metal é colocado dentro do aro e pressionado por óleo, dando assim uma melhor ergonomia e leveza. Mesa técnica utilizada em caminhões.

Querendo ou não, ter uma bicicleta mais confortável, bonita e eficiente, traria mais benefícios ao homem, que tendo certo conforto, poderia deixar de usar o carro para coisas mais simples, como ir a padaria, etc e usar a bicicleta, poluindo menos ainda o meio ambiente.

A bike sai pela bagatela de €849,00.

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A General Motors ampliou sua significativa capacidade de desenvolvimento e pesquisa de baterias para o desenvolvimento de carros elétricos e híbridos ao abrir o maior e tecnologicamente o mais avançado laboratório de baterias dos Estados Unidos da América.

O novo Laboratório Global de Sistemas de Baterias levará os avançados recursos globais de engenharia de baterias da GM e irá acelerar o lançamento de veículos acionados eletricamente, incluindo o Chevrolet Volt, bem como os veículos elétricos híbridos e híbridos, além de veículos movidos por células de combustível.

“O novo laboratório global de baterias da GM beneficiará consumidores de todo o mundo, ajudando-nos a avançar no desenvolvimento da tecnologia e a colocar veículos mais limpos e mais eficientes nas ruas de uma maneira mais rápida e acessível,” declarou Fritz Henderson, presidente e executivo-chefe da GM. “Nosso novo laboratório aumenta a competitividade da GM, acelerando o desenvolvimento de nossos veículos híbridos, plug-in e elétricos de autonomia estendida, incluindo o Chevrolet Volt.”

O Laboratório Global de Sistemas de Baterias conta com mais de 3 mil m2 – quatro vezes maior do que o laboratório de baterias anterior – e será usado pela equipe de mais de 1.000 engenheiros que trabalham em baterias e veículos acionados eletricamente.

Volt

Volt

O planejamento teve início em dezembro de 2007 e a construção começou em agosto de 2008. As operações tiveram início em janeiro – nove meses antes da programação. O laboratório passou a funcionar totalmente em maio de 2009, equipado com 160 canais de teste e 42 câmaras térmicas que reproduzem os padrões de condução, temperaturas quentes e frias e vida útil. A capacidade máxima de geração de energia dos laboratórios é de 6 megawatts, eletricidade suficiente para abastecer aproximadamente 1.400 residências.

“Esta instalação é de última geração e representa um dos maiores e mais capacitados laboratórios de teste de baterias do mundo,” declarou Jim Queen, vice-presidente do grupo GM, Engenharia Global. “Mais da metade do laboratório é dedicada ao teste das células eletroquímicas de baterias e suas caixas, conhecidas como módulos, uma capacidade não disponível no laboratório de baterias anterior da GM. O espaço restante do laboratório está comprometido com a avaliação de sistemas/conjuntos completos de baterias.”

O Laboratório de Sistemas Globais de Baterias foi construído no interior das instalações do Centro de Energia Alternativa da GM, e inclui uma série de características ecologicamente corretas como um corredor central com iluminação LED de alta eficiência e um piso feito a partir de pneus reciclados. Aproximadamente 90% da eletricidade usada nos testes de baterias podem ser retornados à grade de energia local para o uso doméstico e comercial.

Novos benefícios oferecidos pelo Laboratório de Sistemas Globais de Baterias incluem uma mesa agitadora térmica para os testes de integridade estrutural das baterias, uma área de desmontagem de baterias para análise de falhas e um sistema integrado de automação de testes.

As alternativas de energia e as tecnologias avançadas que reduzem a dependência do petróleo, melhoram a economia de combustível e reduzem as emissões, são a chave para o desenvolvimento do transporte sustentável. A GM vem buscando diversas opções que atendam de maneira satisfatória as diversas necessidades dos consumidores de todo o mundo – da tecnologia avançada de gasolina, diesel e biocombustível aos veículos acionados eletricamente, como os híbridos e – ultimamente – veículos elétricos de autonomia estendida e veículos movidos por células de combustível. A GM acredita que os veículos acionados eletricamente, com base na tecnologia de baterias e células de combustível de hidrogênio, oferecem a melhor solução de longo prazo para o fornecimento de transporte pessoal sustentável.

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Projeto inédito no mercado de bicicletas, em parceria com o Instituto Via Viva, recicla pneus inservíveis de bicicletas, preserva o meio ambiente e ajuda na inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

A bicicleta agora é um veículo de transporte 100% reciclável no Brasil. A Caloi, empresa líder na fabricação de bikes no País, acaba de lançar um projeto para a reciclagem de pneus de bicicletas.

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Essa iniciativa tem o apoio do Instituto Via Viva, que tem como objetivo preservar a vida, promovendo o desenvolvimento profissional e a geração de renda para pessoas com deficiência. Além disso, o projeto contribui para o meio ambiente, uma vez que a bicicleta é um meio de transporte que não emite gás carbônico na atmosfera.

Segundo Juliana Grossi, diretora de marketing da Caloi, os problemas com o futuro do planeta nunca estiveram tão em evidência e a bicicleta está cada vez mais ganhando o seu espaço e aumentando o seu compromisso com a sociedade. “Nós sempre buscamos fazer uma bicicleta 100% reciclável e hoje conseguimos grandes feitos com esse projeto, como incentivar a prática do esporte, dar uma alternativa de meio de transporte e ainda colaborar com a inserção de pessoas com deficiências no mercado de trabalho”, explica a executiva.

Os pneus inservíveis podem ser depositados nos coletores, já instalados em cinco bikes shops de São Paulo. Por meio de materiais no ponto de venda a Caloi incentiva os consumidores a entregarem os pneus inservíveis, ganhando um selo “verde” para sua bike e assim contribuindo para o movimento de reciclagem. Outros pontos de coleta para captar esses pneus também foram instalados nas fábricas da Caloi, em Atibaia e Manaus.

O projeto funciona por meio da parceria com empresas de logística: Expresso Itatiba, Itatibense Transportes e Logística, Gean Transportes e Rekarga Transportes. Essas empresas encaminham, após a coleta, os pneus de bicicleta arrecadados aos Ecopontos Via Viva®, onde pessoas com deficiência mental e/ ou física, assim como pessoas em situação de risco social, capacitadas profissionalmente pela AVAPE, fazem a triagem do resíduo. O material é armazenado temporariamente e enviado ao centro de reciclagem, onde é transformado em chips de borracha (pequenos pedacinhos de borracha), que são utilizados em vários produtos, como o Concreto DI®, por exemplo.

Os pontos de coleta estão localizados nas seguintes bikes shops:

– Ciclo Ravena (Rua Diogo Jacome, 690 – Vila Nova Conceição)

– Blue Bike (Av. Diógenes Ribeiro de Lima, 3.040 – Alto da Lapa)

– Bike North (Rua Conselheiro Moreira de Barros, 596 – Santana)

– Bike North (Av. Lins de Vasconcelos, 2.304 – Vila Mariana)

– Bike North (Rua Maria Cândida, 776 – Vila Guilherme)

Via:Maxpress

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Tatus, corujas, tamanduás e mais dezenas de espécies de mamíferos e de aves vivem no sossego de uma área de 1,5 milhão de metros quadrados, repletos de aroeiras e mata nativa. A descrição é típica de um parque ecológico, mas retrata perfeitamente o Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná. A fábrica da Renault no Brasil tem 60% de sua área total, de 2,5 milhões de metros quadrados, dedicada ao verde, um ecossistema rico, que atrai a atenção até de instituições de educação e pesquisa.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é uma das instituições que se interessaram por esse “tesouro verde” cultivado pela Renault desde que chegou ao Brasil em meados de 1996. Uma outra parceria – que conta com a participação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – permitiu o estudo e o levantamento, desde 2004, das espécies que habitam a zona de mata nativa do complexo industrial. O projeto, já concluído, contabilizou 112 espécies de aves e 28 de mamíferos habitando a reserva da empresa em São José dos Pinhais. E a Embrapa, por sua vez, em pouco mais de quatro anos já ajudou a recuperar mais de 10 mil hectares por meio do plantio de mudas de árvores nativas, como juquiris e bragatingas.

Parte do Complexo Ayrton Senna

Parte do Complexo Ayrton Senna

“Sob esse aspecto, a fábrica da Renault é singular e serve de modelo para o restante do grupo no mundo inteiro. A iniciativa da empresa e dos parceiros na preservação do verde já valeu até prêmios”, afirma José Narumi, gerente de Meio Ambiente da Renault do Brasil. A conquista mais recente aconteceu no ano passado, quando a montadora levou o “Prêmio AEA de Meio Ambiente 2008”. A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva elegeu o projeto “Levantamento da Fauna nas áreas de Floresta da Renault do Brasil” o melhor da categoria “Acadêmicos e Jornalísticos”.

Ecossistema restaurado
Como resultado de todo esse trabalho em defesa do verde, os antigos moradores da região estão retornando em busca da qualidade de vida. São esquilos, pica-paus, cervos, tatus, gambás, jaguatiricas e macacos. Entre eles, os bugios ruivos, ameaçados de extinção. Além disso, a Renault contabiliza mais de 30 mil árvores plantadas em toda a área do Complexo e nos locais que eram usados como pasto antes da instalação da empresa.

Para que o trabalho de preservação no complexo industrial seja efetivo, é preciso um rigoroso monitoramento com ampla rede de cobertura. O serviço, a cargo do Laboratório de Materiais Mercosul da Renault do Brasil, é feito em pontos estratégicos, onde estações de monitoramento avaliam nível de ruído, emissões atmosféricas, efluentes líquidos, águas fluviais e pluviais e até lençóis freáticos.

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